A confiança do consumidor brasileiro, medida pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu em fevereiro de 2026, sinalizando maior cautela das famílias em relação à economia. O indicador recuou para 86,1 pontos, após ter registrado 87,3 pontos em janeiro de 2026.
Com esse movimento, atualizado em 25 de fevereiro de 2026, o índice permanece abaixo da marca de 100 pontos, tradicionalmente considerada o nível neutro, reforçando um quadro de pessimismo moderado. A queda em fevereiro indica perda de fôlego na percepção dos consumidores sobre a situação atual e, potencialmente, sobre as expectativas em relação aos próximos meses, o que pode afetar decisões de consumo e, por consequência, a dinâmica da atividade econômica no curto prazo.
O recuo, ainda que relativamente limitado em magnitude, sugere um ambiente de maior incerteza entre as famílias, com impacto direto no varejo e em setores sensíveis à renda e ao crédito. Investidores e analistas tendem a acompanhar de perto o comportamento da confiança ao longo dos próximos meses para avaliar se o movimento de fevereiro representa um ajuste pontual ou o início de uma tendência mais prolongada de deterioração do humor do consumidor.